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Visita ao veterinário

O grande dilema da maioria dos donos de gatos é a ida ao veterinário. O gato mia, saliva, chora e até urina ou evacua dentro da caixinha de transporte. Tudo isso gera insegurança e medo por parte do proprietário cada vez que é preciso fazer aquela bendita visitinha.

 O que as pessoas ainda não sabem é que o estresse da viagem até o veterinário pode ser sim amenizado.

Segue aqui então uma listinha com as principais dicas para levar o gato ao veterinário.

- Nunca transporte seu gato solto no carro. Além de ser perigoso é proibido andar com animais fora de caixa de transporte;

- Compre uma caixa de transporte rígida e com bom sistema de fechamento para evitar fugas. Na hora do desespero o gatinho pode conseguir furar as “caixas” de tecido. Além disso, o gato precisa se sentir seguro dentro da caixa, portanto evite aquelas que possuem todos os lados com tecido furadinho, pois o gato se sente muito exposto;

- Acostume o gato a entrar na caixinha todos os dias, como se ela fosse uma cama ou toca. Colocar panos, cobertores ou colchãozinho dentro ajuda bastante. Dessa maneira o fato de entrar na caixa para ir ao veterinário não é de todo o mal;

- O uso de feromônios sintéticos em spray dentro da caixinha ou do carro pode ajudar a minimizar o estresse do gato durante o transporte e deve ser aplicado 15 minutos antes da viagem;

- Medicamentos sedativos só devem ser usados com receita de um veterinário e nos casos mais extremos, ou seja, quando a vida do gatinho pode ser prejudicada pelo estresse;

- Confirme se o veterinário atende com hora marcada. Isso evita tempo excessivo na sala de espera;

- Ao chegar à clínica, consultório ou hospital mantenha seu gato dentro da caixa, mesmo que ele esteja acostumado a usar coleira e guia. Isso ameniza o estresse;

- Pergunte se o local possui sala de espera reservada para gatos, longe dos latidos dos cães. Caso não possua, peça para ficar em local isolado se estiver muito cheio.

É importante salientar que as visitas ao veterinário são indispensáveis pelo menos uma vez ao ano e não devem ser proteladas. Nunca medique seu gato sem orientação médica.

Dra. Laila Massad Ribas

Laila Massad Ribas

Laila Massad Ribas

Possui formação acadêmica em veterinária, especialização em medicina felina e mestrado e doutorado pela USP.